FIES fora do ar

Estudantes que queiram utilizar ou renovar o crédito estudantil do Ministério da Educação para poder fazer um curso superior estão enfrentando problemas, pois o site continua fora do ar para adequações às mudanças das Portarias Normativas  21 e 23, editadas pelo MEC no final do ano passado, onde muda as regras para o FIES.

Segundo o próprio Ministério havia colocado no ar que o site estaria disponível no dia 18 de janeiro de 2015, como apresentado na imagem abaixo, e até o fechamento dessa edição ainda não estava disponível.

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(Foto: Reprodução)

Agora quem entra no site, encontra a seguinte informação, “O Sistema está em manutenção para adequação do FIES às regras estabelecidas pelas Portarias Normativas MEC nº 21, de 26.12.14, e nº 23, de 29.12.14.” E para ajudar não tem uma previsão de quando o sistema estará disponível. Será que o Ministro da Educação Cid Gomes vai deixar milhares de estudantes sem uma posição de como realizar o financiamento?

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(Foto: Reprodução)

Muitos estudantes estão enfrentando problemas de saber como vão continuar os estudos, alguns não tem condições para pagar as mensalidades, e por isso, veem no Financiamento Estudantil a forma de oportunidade de ingressar na carreira sonhada.

Como é o caso da estudante de Psicologia Veronica Vidal Tonobohn, que está indignada com a situação, e que não sabe como vai continuar seu curso, já que a mensalidade é muito cara, e ela está desempregada e não tem condições para pagar.

“Estou muito preocupada porque preciso desse financiamento para conseguir estudar. Minha mensalidade custa R$ 1.400 e não tenho como pagar, estou desempregada. Tenho um filho para criar, e estou fazendo a faculdade para poder dar um futuro melhor para meu filho. Se não conseguir, meu sonho terá que ser adiado”, diz.

Com o FIES o estudante pode conseguir financiamento para cobrir entre 50% e 100% das mensalidades, dependendo da renda familiar. Durante o período de duração do curso e até 18 meses após a sua conclusão, o estudante pagará, a cada três meses, o valor de no máximo R$ 50, referente ao pagamento de juros incidentes sobre o financiamento. Ao final da carência, o saldo devedor do estudante será dividido em até 13 anos.

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