20 anos sem Ayrton Senna

Faz 20 anos em que um choque no muro em Ímola ceifou a vida do piloto de Fórmula 1 mais querido do país e por que não do mundo?  Ayrton Senna da Silva, simplesmente Senna.

Senna não era qualquer piloto, ele tinha talento, e independente da escuderia do veículo ele conseguia dar um show nas pistas e faz 20 anos que não há um piloto que chegou a sua altura.

Existem outros que também foram heróis nacionais, mas nenhum conquistou tamanha idolatria quanto Ayrton Senna. Estrategistas frios, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet não se incomodavam em chegar em segundo, terceiro ou quarto lugar porque sabiam que a regularidade era o mais importante para vencer um campeonato. Mas Senna era diferente – queria ser sempre o primeiro, correr sempre na frente, quebrar todos os recordes. Mas tudo terminou na batida na curva Tamburello, em Imola, dia 1º de maio de 1994, a bordo da Williams a mais de 300 km/hora.

Ele tinha  acabado de completar 34 anos de idade, e em seu currículo três mundiais (1988, 1990 e 1991), naquele dia da corrida ele estava muito inquieto e muitos diziam que ele quase não corria. Também aquele final de semana foi muito atribulado, Barrichello sofreu um acidente sem muita gravidade nos treinos, depois no sábado dia 30 de abril, o piloto austríaco Roland Ratzemberger perdeu a vida num acidente na curva Villeneuve que abalou todos os pilotos, inclusive Senna, que durante a corrida ele carregou a bandeira da Áustria, cujo se ele houvesse conseguido concluir a corrida ele iria fazer essa homenagem ao piloto.

E naquele final de semana ele declarou que “ninguém havia obrigado eles a correr, mas que ninguém era pago para morrer”. Ele criticava as regras que haviam tirado a segurança dos carros para privilegiar a velocidade.

Senna morreu na curva Tamburello devido a uma falha mecânica em seu carro, na coluna de direção, com isso a batida não foi evitada, o barulho foi tremendo e a lesão mortal. A equipe de socorro entrou, o safe car deu seis voltas durante o resgate e os telões mostrando o corpo sem movimento no carro. A corrida até o hospital de Bologna, a esperança que seguia com o helicóptero. Até que o coração parou de bater por causa de uma grande lesão na base do crânio. A tragédia chegou rápido, atravessou as televisões e deixou o mundo e um país, o Brasil, afogado na dor. Por fim tudo se acabou, no circuito de Ímola, em San Marino, na Italia.

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